Perguntas que as famílias fazem
A partir de que idade meu filho pode começar?
A mentoria começa aos 8 anos. A trilha é ajustada à maturidade, aos interesses e ao ritmo de cada criança, e acompanha adolescentes também.
Ele precisa saber programar?
Não. O diagnóstico define por onde começar, que pode ser blocos visuais, Roblox Studio ou Python. O objetivo não é decorar código, é criar e pensar.
Meu filho só quer jogar. Isso não piora?
A proposta não é contra o jogo. É usar o que a criança já gosta como ponto de partida para criar, entender como os jogos são feitos e perceber como as plataformas disputam a atenção dela.
Funciona para crianças neurodivergentes?
Sim. A trilha personalizada acolhe crianças autistas, com TDAH e com altas habilidades, e o diagnóstico inicial considera o jeito de cada uma aprender.
Como funciona o acompanhamento pelo WhatsApp?
O canal é sempre com o responsável, nunca diretamente com a criança, em respeito ao ECA Digital e à LGPD. Ali chegam devolutivas, avisos e as novidades exclusivas.
O que é o networking mediado?
Encontros entre criadores de diferentes países, testes cruzados de jogos e conversas com convidados do mercado, sempre com a mediação da Profe Paula e autorização da família.
Qual a diferença entre dupla e trio?
Na dupla as crianças programam em par e alternam papéis. No trio elas funcionam como um pequeno estúdio, cada uma puxando uma frente do projeto. A abordagem muda para cada formato.
Do que preciso em casa?
Computador ou notebook com internet, fone com microfone e câmera. Tablets e celulares não substituem o computador nas aulas.
Como funcionam férias e reposições?
O calendário prevê recesso de fim de ano e atividades especiais em grupo, como o Escape Room de Cibersegurança, que entram como reposição.